Amorim ainda quer um novo “6”, um médio para romper linhas e um ala desequilibrador. Varandas ataca o avançado.

Há uma divisão no que toca à política de reforço do plantel do Sporting.

Rúben Amorim não alterou a mensagem junto do presidente Frederico Varandas e Hugo Viana, diretor desportivo, e mantém a vontade de ter um lateral direito, para concorrer com Ricardo Esgaio, que seja desequilibrador e capaz de dar propensão ofensiva; e um novo médio-centro que rompa linhas, como Matheus Nunes fazia, é um pedido antigo.

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui