Rúben Amorim

Transacionado por 60 milhões de euros para o Paris Saint-Germain, Manuel Ugarte tornou-se na segunda venda mais cara da história do Sporting, apenas atrás da transferência de Bruno Fernandes para o Manchester United em janeiro de 2020.

 

A SAD leonina detinha 80 por cento dos direitos económicos do futebol – 10 por cento foram adquiridos por €2M pouco antes da conclusão do negócio com a equipa francesa – sendo que os restantes 20 estavam ainda na posse do Famalicão, que foi reduzindo a percentagem de um bolo que era, aquando da mudança do uruguaio para Alvalade no verão de 2021, de 50 por cento de uma futura venda.

 

Assim, o Sporting terá de entregar ao emblema minhoto 12 milhões de euros pela transferência de Manuel Ugarte, o que reduz para 48 milhões de euros a faturação dos leões.

 

Tal como foi comunicado aos mercados, o Sporting garantiu que é o PSG quem vai suportar o valor do mecanismo de solidariedade da FIFA do médio de 22 anos: 3,5 por cento (2,1 milhões de euros) a distribuir em partes distintas pelo Famalicão e pelos uruguaios do Fénix. Em muitos negócios, o mecanismo de solidariedade descontado ao negócio, mas neste caso acresce aos 60 milhões de euros, o que eleva o custo da transferência dos parisienses para os 62,1 milhões de euros.

 

No mesmo comunicado disponível para consulta, o Sporting menciona encargos de intermediação de 4,6 milhões de euros. Contas feitas, a SAD leonina encaixa com o negócio um total de 43,4 milhões de euros.

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